Histórico e Infra-Estrutura
O Residencial Real Park, lançado pela Ricci Engenharia em
1993, ocupa um terreno de 557.326 m2 no antigo Sítio São
José, na Vila Oliveira.
Pelo projeto urbanístico de Dannilo Pena, a área foi
desmembrada em 734 lotes, divididos em 31 quadras, com
metragens de 300 a 900 m2, totalizando 218.798,67 m2.
Atualmente, dos 734 lotes (totalmente comercializados), 446
estão ocupados. São 358 residências prontas em 513 lotes,
além de 65 imóveis em obras distribuídos em 81 lotes, uma vez que
as casas podem ser instaladas em mais de um lote.
Total de
lotes ocupados no residencial (obras+residências): 594 /
Vazios: 140.
Os outros 338.527.33 m2 da área foram divididos em sistema
de vias (133.417,29); equipamentos de uso institucional
(27.943); espaços de uso comum (141.302,04) e áreas verdes
(35.865). O Residencial oferece, ainda, toda a
infra-estrutura de água, luz e sistema de fossa e sumidouro.
Para administrar com autonomia estas áreas, que pertencem ao
município, a Associação do Real Park solicitou concessão de
uso, assumindo toda a responsabilidade por sua melhoria e
manutenção.
Nas áreas de uso comum livre estão os Lagos I e II; as Áreas
de Lazer I e II com quadras poliesportivas, campo de
futebol, quiosque, passeios e playground; os bosques, outras
áreas verdes e passeios, o circuito de ginástica; além do
salão de festas.
O espaço institucional é ocupado pela sede da Associação dos
Moradores, Portarias I e II, Área de Serviços e o Posto de
Entrega Voluntária.
O Paisagismo no Real Park
Sempre preocupada em oferecer o melhor para os moradores do
Real Park, a Associação iniciou em maio de 2001 as
negociações para contratação do escritório do engenheiro
agrônomo Rodolfo Geiser, um especialista em paisagismo, para
cuidar das áreas comuns do Residencial.
Foram feitos estudos preliminares de paisagismo de todo o
loteamento e propostas soluções como a manutenção da mata
nativa e a incorporação de novas espécies – maciços
arbóreos, maciços de arbustos e gramados – para cada área,
de acordo com seu perfil e utilização.
Foram previstas a arborização das ruas e a escolha de
espécies mais adequadas ao clima local, levando-se em conta
também o efeito estético final. Tudo minuciosamente
planejado.
A primeira área a ser beneficiada com o paisagismo foi a
Área de Lazer II, em agosto de 2001. No local foram
previstos o playground (incluindo o projeto de alguns
brinquedos, construídos em madeira) para os menores, praças
maiores para crianças entre 5 e 8 anos passear de bicicleta
no entorno da área, morrotes gramados, decks suspensos,
pista de Cooper, quiosque, mirante, bancos e pergolados com
trepadeiras, além dos espelhos d’água existentes. A
estrutura verde foi composta pela mistura bem calculada de
mata nativa, arbustos, área gramada e árvores.
No projeto de Rodolfo Geiser estão relacionadas até as
espécies mais indicadas para áreas encharcadas, outras que
atraem animais silvestres – que ajudam na manutenção e
arbustos decorativos, entre outras.
Entre os trabalhos do engenheiro estão o paisagismo da
Riviera de São Lourenço, em Bertioga, e o da Ilha das
Cabras, em Ilhabela, além de várias residências, indústrias,
edifícios, sítios e chácaras, paisagismo vinculado a
projetos de urbanismo, reabilitação de áreas degradadas e
consultoria.
Organização
Por ser um empreendimento fechado (murado e com portarias de
acesso), o Residencial necessitava da criação de uma figura
jurídica para administrar as áreas comuns, fazer valer as
regras de ocupação dos lotes, o bom uso do sistema viário,
além de gerenciar os recursos provenientes de taxas em prol
do Residencial, promovendo as melhorias necessárias e
canalizando as idéias dos moradores em benefício do
coletivo.
Assim, em 26 de março de 1996 foi formada a Associação dos
Adquirentes de Unidades do Loteamento Real Park Mogi, sob o
CNPJ 01389924/0001-94.
A Assembléia Geral de instalação foi convocada pela própria
incorporadora, que gerenciou a Associação até 30 de agosto
de 2000, por meio de diretores indicados pela Ricci
Engenharia.
Neste meio tempo, o número de moradores aumentou e a
necessidade de uma administração mais próxima também. Uma
assembléia extraordinária foi convocada pelos moradores em
30 de agosto de 2000 para aprovação de novo estatuto,
extinção da diretoria em curso e a criação de uma comissão
de transição para promover novas eleições em até 60 dias.
Surge aqui a Associação com a estrutura atual.
Todos os tópicos apresentados foram aprovados e, dentro do
prazo, a comissão formada pelos moradores João Carlos da
Rocha Louzada, Fernando Oliveira de Castro e Luiz dos Santos
Perez convocou eleições gerais em 7 de outubro do mesmo ano.
A primeira diretoria eleita, formada por moradores,
conseguiu em seis meses reestruturar a Associação
administrativa e financeiramente, criando inclusive uma
Secretaria, e iniciar um projeto de melhorias – o Plano de
Trabalho Anual – com base em sugestões dos moradores.
O sistema deu certo e, passados dois anos, houve nova
eleição em 19 de outubro de 2002. Os votantes optaram por
reeleger a diretoria atual, com alterações em alguns cargos,
para mais um mandato até 2004.
As Diretorias
1º Mandato (2000 a 2002)
Diretoria
- João Carlos da Rocha Louzada – Diretor Presidente
- Luiz dos Santos Perez – Diretor Secretário
- Fernando G. Nogueira – Diretor Tesoureiro
- Lauro Nakashima – Diretor de Sede
Conselho Fiscal
- Arlindo Simões Subtil
- Jurandir de Abreu Júnior
- Leonardo Safi de Melo
Conselho Deliberativo
- Cláudio Salloun Pereira
- Fernando Oliveira de Castro
- Luís Manoel Ferreira Tabelião
- Manoel Soares Pinho Neto
- Marcelo Oliveira de Castro
- Rubens de Araújo
- Sylvio Sebastião de Souza Júnior
Suplentes do Conselho Deliberativo
- Eduardo Freire C. Pestana
- Sheiti Hyodo
- Silas Odilon Ignácio
2º Mandato (2002 a 2004)
Diretoria
- João Carlos da Rocha Louzada – Diretor Presidente
- Luiz dos Santos Perez – Diretor Secretário
- Sylvio Sebastião de Souza Júnior – Diretor Tesoureiro
- Lauro Nakashima – Diretor de Sede
Conselho Fiscal
- Alfredo Campolino dos Santos Filho
- Arlindo Simões Subtil
- Jurandir de Abreu Júnior
Conselho Deliberativo
- Cláudio Salloun Pereira
- Fernando Oliveira de Castro
- Higino Moro
- Leonardo Safi de Mello
- Luís Manoel Ferreira Tabelião
- Mohamed Medhat Pechliye
- Rossini Tavares de Lima
Suplentes do Conselho Deliberativo
- Gilberto Magalhães Queiroz
- Marcelo Oliveira de Castro
- Silas Odilon Ignácio
3º Mandato (2004 a 2006)
Diretoria
- Rossine Tavares de Lima – Diretor Presidente
- Cristian Damianovich – Diretor Secretário
- Cláudio Saullon Pereira – Diretor de Sede
- Arlindo Simões Subtil – Diretor Tesoureiro
Conselho Fiscal
- Jurandir de Abreu Júnior
- Alfredo Campolino dos Santos Filho
- André Norio Hiratsuka
- Luiz Augusto Fernandes (suplente)
Conselho Deliberativo
- João Carlos da Rocha Louzada
- Lauro Nakashima
- Higino Moro
- Luís Manoel Ferreira Tabelião
- Fernando Oliveira de Castro
- Gilberto Magalhães
- Mohamed Medhat Pechliye
- Sylvio Sebastião de Souza Junior (suplente)
- Mário Gonçalves Monteiro (suplente)
- Edson Luiz Rigatto (suplente)
4º Mandato (2006 a 2008)
Diretoria
- João Carlos da Rocha Louzada – Diretor Presidente
- Fernando de Oliveira Castro – Diretor Secretário
- Lauro Nakashima – Diretor de Sede
- Sylvio Sebastião de Souza Junior – Diretor Financeiro
Conselho Fiscal
- Jurandir de Abreu Júnior
- Alfredo Campolino dos Santos Filho
- Silas da Costa Júnior
- Emínio Araújo Aguiar
Conselho Deliberativo
- Rossine Tavarez de Lima
- Higino Moro
- Cláudio Saullon Pereira
- Gilberto Magalhães
- Edson Luiz Rigatto
- Cristian Siqueira Damianovich
- Giovani Mendes
- Marcelo de Oliveira Castro (suplente)
- Silas Odilon Ignácio (suplente)
A Associação
É uma figura jurídica, autônoma e legalmente constituída, que
congrega os moradores do Residencial com o único objetivo de
promover melhorias no Real Park, tornando-o mais seguro,
bonito e organizado.
Está entre suas funções receber e gerenciar a taxa mensal na
ampliação e manutenção da infra-estrutura do Residencial,
conforme determinado pelo conjunto de moradores em Assembléia;
manter em funcionamento as portarias 24 horas, o sistema de
segurança, a ordem interna; promover a manutenção do
patrimônio, o cumprimento do estatuto e do regulamento
interno, além da integração dos moradores.
Para realizar todos estes trabalhos é escolhida a cada dois
anos, com direito a uma reeleição, uma diretoria formada por
moradores e escolhida pelo conjunto de forma democrática, por
meio de votação, com a participação de todos os proprietários
que estejam com suas obrigações em dia.
O Estatuto
É o conjunto de normas, aprovado em Assembléia e registrado em
cartório, que trata dos objetivos da Associação, patrimônio,
sócios, sistema de eleição, receitas e despesas, segurança,
funcionários, formação dos órgãos sociais (diretoria
executiva, conselho fiscal, conselho deliberativo), direitos e
deveres de associados e diretores.
O Regulamento Interno
Fim específico de normatizar a vida funcional do Residencial e
pode, conforme necessário, ser modificado para atender este
propósito.
Nele estão contemplados o controle de acesso ao Real Park, os
horários de serviços, o uso do sistema viário e das áreas de
uso comum, limpeza do lotes, obra, canteiro de obra e
construção dos imóveis, bem como as penalidades para o
descumprimento das normas estabelecidas, que visam a qualidade
de vida e a harmonia entre os moradores.
|